domingo, 29 de janeiro de 2012

Teste Ergoespirométrico


O teste ergoespirométrico têm como objetivo principal determinar valores importantes de valências que serão utilizadas durante toda a temporada, além de ser uma avaliação da condição física do atleta.

Para que este tipo de teste ocorra é necessário equipamento específico, de alto valor e pessoal especializado para avaliar os dados de forma correta. É importante ressaltar que existem vários protocolos que englobam este teste sendo que estes se diferenciam principalmente na questão do aumento da velocidade em relação ao tempo, além de elevações ou não da angulação da esteira.



No clube, realizamos estes testes no Hospital das Clínicas, mais precisamente no LEM (Laboratório de Estudos do Movimento), sob a supervisão do Dr. Paulo Roberto Silva. Escolhemos realizar os testes neste local pelo protocolo aplicado, que na nossa opinião, é o mais específico que o futebol e futsal exigem. Não há elevação da angulação da esteira e a velocidade aumenta de forma progressiva, sendo que depois de determinado tempo esta passa a subir de forma mais intensa.

O teste é realizado em uma esteira, sendo que o atleta fica ligado a vários fios que ligados a computadores determinam em tempo real condições respiratórias, além de informações cardíacas do indivíduo. Durante o teste são colhidas informações como o BORG (Percepção Subjetiva do Esforço); pressão arterial e frequência cardíaca.

Nas várias fases do teste, compostas por aumento da velocidade, este dados vão sendo analisados até o momento em que o atleta chega a exaustão. O teste é tido como concluído após este chegar ao valor máximo do BORG e sua frequência e pressão analisadas após a recuperação.

                                     

Através dos dados obtidos pelo testes, conseguimos determinar os limiares 1 e 2, VO2 máx, além de determinar valores picos de velocidade e frequência cardíaca que só podem ser determinados com o teste máximo e presença de um cardiologista. Com os dados obtidos determinamos os valores que utilizaremos para nortear a pré- temporada e toda a programação anual de treinos.

Os limiares dos metabolismos aeróbio (utilização de oxigênio) e anaeróbio (não utilização de oxigênio) determinam quais as condições reais de resistência e potência dos metabolismos citados anteriormente, com isso realizamos nossos treinamentos afim de melhor ou manter tais características.

Já o Vo2 máx determina a potência aeróbia, ou seja, a máxima condição que o organismo do atleta possui de captar e utilizar o oxigênio e que no caso específico do futsal auxilia na recuperação dos atletas após os estímulos de grande intensidade e curta duração.


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Por tudo que foi citado anteriormente de forma simplificada, se torna essencial a execução deste teste para que seja realizado o planejamento da pré-temporada e toda a programação anual, favorecendo assim a distribuição das cargas de treinamento para que os atletas possam atingir rapidamente sua condição física ideal, além de facilitar a manutenção de valências que já se encontram bem desenvolvidas.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Indicação - Invasão de Campo: Adidas, Puma e os Bastidores do Esporte Moderno

Duas das maiores marcas no mundo do esporte tiveram origem na mesma família, após a ruptura entre Adi Dassler e Rudolf Dassler que comandavam uma fábrica de sapatos esportivos chamada Gebrüder Dassler (“Irmãos Dassler). Invasão de Campo narra os bastidores desde a criação da marca Adidas (Adi Dassler) e Puma (Rudolf Dassler) até os dias atuais.

Segundo a autora, apesar de toda a especulação, somente a própria família tem a versão correta sobre a ruptura.

O fato é que durante anos após a criação das duas marcas, a rivalidade entre elas continuou, mesmo quando os dois irmãos deixaram de comandar as empresas e comando passou para seus filhos. As duas marcas tiveram um papel importante na evolução da forma como o esporte no século XX se desenvolveu como negócio.

A começar pelos altos contratos entre atletas e as marcas, Pelé, por exemplo, foi alvo de uma campanha secreta da Puma para sua vinculação com a marca e até hoje permanece como um embaixador da mesma, passando pelo suporte a presidentes da Fifa e do comitê Olímpico, como João Avelange que recebeu o suporte de Horst Dassler (Adidas) para se tornar presidente da Fifa e depois privilegiar Horst em contratos de publicidade.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Fisioterapia "Fabriqué au Brésil"

A  vida dos atletas brasileiros na Europa tem muitas curiosidades.

O antes...

Éramos três brasileiros em Le Mans: Eu (Paulo André), Túlio de Melo e Grafite. Vocês sabem que algumas dores, entorses e tendinites, são coisas cotidianas dos atletas de alto rendimento.

Mas em Le Mans isso se tornou uma dor de cabeça pra gente. Não existia manutenção, prevenção, nada! Essas lesões eram tratadas com homeopatia, massagem e muita reza (Risos)!

... e o depois

Depois de inúmeras reclamações e problemas com o departamento médico do clube e com os diretores (pela falta de estrutura aos atletas), decidimos resolver o problema com um jeitinho brasileiro! Convidamos o fisioterapeuta Elliot Paes para vir à França e morar em Le Mans.

A ideia era que ele fizesse nosso tratamento diário, antes e depois dos treinos, para que não tivéssemos que parar de treinar ou que nos recuperássemos mais rápido das lesões!

Como os diretores não autorizaram que ele trabalhasse dentro do clube, resolvemos pagar seu salário e transformamos a garagem da casa do Grafite em uma clínica de fisioterapia. Compramos aparelhos de musculação, aparelhos de fisioterapia e decoramos o ambiente! Um mês depois, ganhamos mais alguns clientes que tinham as mesmas necessidades que nós. Adriano Lobinho (zagueiro, ex-Atlético MG) vinha de Nantes (200km) duas vezes por semana para tratar.

O sérvio Marko Basa e o francês Matthieu Coutadeur também usaram nossa estrutura para se reabilitarem de lesões.

Elliot ficou três meses conosco, e foi contratado pelo Schalke 04, por intermédio do Linconl (atualmente no Palmeiras) e Bordon (ex-São Paulo) para cuidar dos brasileiros do clube.

Ele cuidava de vários jogadores de outros clubes alemães que pegavam a estrada pra vê-lo.


Lobinho, Elliot e eu

 Hoje escuto a mesma história de muitos atletas brasileiros no exterior, em diversos países. Chego à conclusão de que o Brasil é um exportador de fisioterapeutas rs Só não entendo ainda a resistência dos europeus em aceitar que a nossa medicina esportiva é muito mais avançada que a deles! Até hoje, é muito difícil fazê-los admitir a necessidade de profissionais brasileiros dentro de seus clubes!


Será uma questão cultural? Será uma questão científica? Convido os fisios e os sociólogos a participarem da discussão.

Eu e o Grafite

Voltando à história, como não podíamos ficar sem fisioterapeuta em Le Mans, já que o nosso tinha sido "comprado" por um clube maior, resolvemos apostar numa jovem promessa, Ricardo Vidal (vulgo Pastinha).

Ele também, nos ajudou muito no período que esteve por lá! Depois dele, outros dois vieram: Frank e Rodrigo Iralah.

Quem sabe um dia escrevamos um livro sobre tudo o que passamos naquele lugar... Vocês não vão acreditar rsrs

Abraços a todos,

Paulo André

domingo, 1 de janeiro de 2012

Indicação - Agassi auto biografia

Deve-se buscar saber como aqueles que conquistaram o que sonhamos fizeram para alcançar seus êxitos.

Devemos aproveitar nessa busca também entender se eles são felizes com aquilo que obtiveram para sabermos se vale a pena o sacrifício. É por isso que tenho paixão em ler biografias de grandes esportistas.

Fica nítido que as lutas, as dificuldades e os caminhos para se conquistar alegrias e títulos se parecem muito, independente do esporte praticado.

O texto

Não é um conto de fadas, nem literatura especializada em esporte, tampouco se trata de autoajuda. É a tortuosa trajetória de um ser humano complexo, cheio de contradições, ansiedades e medos.


Ele narra com franqueza, expondo os fragmentos da sua alma atormentada.

Como o texto é bem escrito, houve passagens em que mergulhei no seu sofrimento, compartilhei de sua dor e me vi com os olhos rasos d'água.

Recomendo a todas as  pessoas. esportistas, ou não.

E pra terminar um video da final da sua despedida do tênis profissional em 2006.


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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Feliz Natal e Feliz Ano Novo!

Natal, que todos sabem, significa o nascimento de Jesus Cristo, que pela terra passou e que dela jamais se afastou. Pela tradição predominante em muitos países e inclusive no Brasil, o dia 25 de dezembro é a data em que cada ser humano de bons propósitos tem como hábito presentear em especial, a quem dedica estima e consideração.

Natal, que pela grandiosidade de seu simbolismo, também significa reflexão, amor, fraternidade e esperança num horizonte promissor.

Que cada colaborador, no sagrado convívio de seus familiares e demais entes queridos, brindem essa data com o líquido da saúde, do prazer, da felicidade e da esperança, na taça da harmonia e da união.

Feliz Natal e Próspero Ano Novo, a você e toda sua família. Que os sonhos, hoje apenas sonhos, num breve futuro se transformem em realidade. Que o Manto Sagrado os cubra e os proteja, com saúde e felicidade.

Feliz Natal e Feliz Ano Novo!

Mantra: Eu te adoro 2012 e Saborosas manhâs 2012

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Cientista: diferença entre atleta comum e craque está no cérebro

Uma jogada de craque de Neymar, uma ultrapassagem arrojada de Ayrton Senna, um 'grand willy' do tenista Roger Federer ou um voo de Michael Jordan para uma enterrada. Para muitos, são esses momentos que separam os bons dos craques. Para o neurocientista Miguel Nicolelis, é o cérebro o responsável por fazer esses atletas se diferenciarem.

A relação deles com a ferramenta, com a bola, é bem diferente do cérebro dos normais como nós. Uma das teorias que nós temos é que essas ferramentas, o carro, a raquete de tênis, o taco de beisebol, a bola, nos grandes atletas fica sendo, para o cérebro, parte do corpo do atleta.

Nesse momento, quando o atleta consegue fazer essa fusão de um objeto artificial com o corpo dele, que ele se transforma em um cara acima da média.

Pela teoria do neurocientista, os atletas veem as ferramentas que usam no esporte como extensão do próprio corpo.

 Há estudos mostrando que se o tenista jogar tênis, depois você colocar ele em uma máquina, medir a atividade do cérebro dele e pedir para ele encostar o outro dedo na mão dele, ele vai pôr o dedo no final da raquete. Pois a raquete foi incorporada pelo cérebro como sendo extensão do braço.

Por exemplo, o Ayrton Senna era capaz de ajustar a suspensão do carro dele sentado no carro, no cockpit, e sentindo a pista. Ele foi um dos pioneiros em não querer almofada, não querer nada no cockpit. Era apertado, duro, para ele poder sentir as variações do asfalto e ajustar a suspensão dele.

Assim como no tênis e no automobilismo, os craques do futebol também incorporaram a bola como 'parte do corpo'. Por isso, acredita Nicolelis, a bola é tratada com tanto carinho na hora de bater uma falta ou um pênalti.

Você já notou que todos eles põem a bola em uma configuração particular? Eles ajeitam a bola, põem o bico para cima, para o lado, porque eles criaram modelo de como o pé tem que bater nela. Para mim não é firula ou frescura, é real. Indica que o cérebro dele já mapeou o ponto de referência e criou uma nova coordenada para bater a falta.


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www.sportv.com.br

Esporte e alcool jogo perigoso

O álcool não entra na lista de substâncias apontadas no exame antidoping. Isto porque, do ponto de vista da legislação esportiva, a bebida não é considerada uma substância que melhore o rendimento. Pelo contrário. Para Turíbio Leite, médico do clube Pinheiros, a bebida causa dependência e deveria ser acusada no exame.

Na verdade, se nós formos caracterizar os prejuízos do doping tanto de ponto de vista físico, como do ponto de vista social, o álcool deveria cair na mesma classificação dessas drogas, dessas substâncias mais pesadas.

Pelo ponto de vista da dependência e até de prejuízo moral. Quem sabe até venha a ser um dia, num futuro próximo, também considerada uma substância proibida pela legislação antidoping - afirmou em entrevista ao "SporTV Repórter".

Se o álcool não entra nessa lista, abre-se uma margem para que os atletas bebam indiscriminadamente, acredita o médico.

Para ele, ao escolher o esporte, os jovens devem colocar a vida profissional em primeiro lugar. Para isso, têm que se privar de algumas coisas, como a bebida, por exemplo.

Eu não acredito que haja nenhuma situação em que o consumo do álcool, ou a liberação para esse consumo, possa ser positivo do ponto de vista de desempenho. Evidentemente, o atleta, fora do ambiente de esporte, é uma pessoa comum. Mas ele sabe que existe um preço que ele tem que pagar por um desempenho esportivo.

Sem dúvida nenhuma, ele tem consciência disso. E faz parte daquilo que ele entende como uma rigidez necessária à vida esportiva. No esporte de alto rendimento deve se privar de algumas coisas. Eu acho que o álcool está dentre essas privações que, infelizmente ou felizmente, ele é obrigado a aceitar. (Assista à uma parte do programa no vídeo abaixo)

 
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Veja a reportagem na integra:

http://sportv.globo.com/site/programas/sportv-reporter/noticia/2011/11/para-medico-do-pinheiros-antidoping-deveria-acusar-consumo-de-alcool.html#programa-sportv-reporter

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Fisioterapia MMA Prevenção

MMA A mistura de artes marciais, conhecida como MMA (do inglês, Mixed Martial Arts), tem o número de praticantes cada vez maior e sua popularidade crescendo em todo o mundo, principalmente no Brasil, onde contamos com diversos atletas de destaque, entre eles Anderson Silva (“Aranha”), Ronaldo Souza (“Jacaré”), Nick Diaz, Rodrigo Minotauro e Vitor Belfort.

Em 1993, Rorion, filho de Hélio Grace aproveitou o sucesso que vinha tendo como professor de jiu-jitsu nos Estados Unidos para profissionalizar os desafios de luta em pé e no solo. Assim, criou o Ultimate Fight Championship (UFC), colocando lutadores das mais diversas artes marciais, e dos mais variados pesos, frente a frente dentro de um ringue no formato de um octógono e cercado por grades, que passaram a se dar como duelos de vale-tudo sem a presença da mídia.
Apesar do sucesso do esporte, o UFC não conseguia se manter rentável no início dos anos 2000 e beirou a falência. Em 2001 o ex-empresário de boxe Dana White convenceu os amigos de infância Lorenzo e Frank Fertitta, donos da rede de Cassinos Station, a comprarem o UFC. 

Os três fundaram uma empresa chamada Zuffa e compraram o UFC por apenas 2 milhões de dólares. Após várias mudanças nas regras conseguiram legalizar o esporte em praticamente todos os estados americanos. 

Com a marca nas mãos, organizaram as regras que foram desenvolvidas na última década, principalmente as que visavam a integridade física do lutador. Dessa forma, findaram de vez com o vale-tudo e apresentaram ao mundo o MMA, a mistura de artes marciais.

As lutas acontecem em três (lutas comuns) ou cinco (lutas de disputa por cinturão) rounds de cinco minutos cada. São permitidos o uso de shorts aprovados e luvas leves (de quatro a seis onças) que deixam os dedos livres. Além disso, é de uso obrigatório os protetores bucal e genital.

Considerado um esporte de extremo contato físico, o MMA tem escoriações faciais como lesões mais freqüentes, seguidas por lesões traumáticas como fratura de ossos da face e de costela, luxação acromioclavicular e lesões ligamentares de membro inferior. Devido a essa epidemiologia, o papel preventivo das lesões mais comuns no esporte são de difícil prevenção, sendo papel do fisioterapeuta no momento da luta estancar sangramentos e realizar atendimentos imediatos durante os intervalos entre os rounds. No entanto, somente o médico e o juiz são autorizados a entrar na área de competição a qualquer momento e interromper a luta, se julgarem necessário.

Fora do ringue, o trabalho do fisioterapeuta é de fundamental importância tanto no caráter curativo como no caráter preventivo. É importante conhecer a biomecânica do esporte e as características de cada atleta a ser tratado, pois as preferências por determinadas artes marciais definirão se o lutador realizará mais movimentos em cadeia cinética aberta (como é o caso dos membros superiores em boxeadores) ou em cadeia cinética fechada (no caso de judocas e lutadores de jiu-jitsu).

Podemos citar como medidas preventivas os seguintes itens:

- Preparo adequado mental e fisico
- Uso de materiais adequados
- Conhecimento acerca dos fatores climáticos (tipo de lesão no frio e no calor)
- Repouso adequado
- Pratica de atividades compensatória

É indispensável, portanto, que o Fisioterapeuta do Esporte conheça as características dos esportes de seus pacientes, possibilitando um tratamento individualizado com enfoque em prevenção de lesões e retorno à prática esportiva de maneira mais funcional possível.

domingo, 23 de outubro de 2011

Maqueiros portugueses inovam na maneira de tirar um jogador de campo; assista


O pessoal que cuida da maca em Portugual tem inovado na maneira de retirar um jogador de campo. Depois de derrubar um jogador, os maqueiros agora estrearam um novo jeito de carregar um atleta.


Na partida entre Academico de Viseu e Sanjoanense, pela terceira divisão portuguesa, os maqueiros roubaram a cena. Primeiro, um deles mostrou extrema dificuldade em locomover o instrumento de trabalho. Depois, a dupla revelou todo o seu entrosamento, com um maqueiro para cada lado.

Menos mal que, dessa vez, o jogador lesionado não levou um belo tomno da maca. Assista abaixo:


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domingo, 16 de outubro de 2011

Jogadora de vôlei sofreu uma fratura cervical e foi cortada do Pan de Guadalajara

Jaqueline sofreu um acidente na partida da seleção feminina de vôlei do Brasil contra a República Dominicana: no começo do segundo set, ela bateu a cabeça na companheira Fabi e acabou com uma fratura cervical.


Ao cair na quadra, ela bateu a nuca na cabeça de Fabi. O impacto, de acordo com a avaliação médica, rendeu também uma concussão cerebral. Ainda internada, Jaqueline passará por mais exames neste domingo (16).

A atleta ficará fora do resto da competição - mas, segundo o chefe médico do COB, João Granjeiro, o pior já passou.

Jaqueline recebeu um golpe viloento na região cerebral e teve uma fratura cervical. As vertebras C5 e C6 foram machucadas, mas sem comprometimento medular e sem necessidade de cirurgia.

Veja o momento exato do choque de Jaqueline, que a deixou desacordada em quadra:

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Informaçãoes portal r7


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Fratura no Basquete


Nesta segunda-feira (05/09/2011), em partida válida pela segunda fase do Pré-Olímpico das Américas, ocorreu uma cena forte. O jogador da República Dominicana Edgard Sosa sofreu uma fratura na perna direita nos segundos finais da partida.

A lesão ocorreu após o atleta sofrer um toque quando estava no ar em disputa de bola e cair desequilibrado, apoiando e descarregando grande parte do peso sobre a perna direita. Logo em seguida foi possível ver o desalinhamento da perna do atleta, o que indicou a ocorrência da fratura. Uma fatalidade, visto que este tipo de lesão não é comum no basquete.



Confira o lance no vídeo abaixo:




O QUE PROVOCA A FRATURA?

As fraturas podem ocorrer por traumas diretos, contrações musculares vigoras gerando avulsões, entorses ou quedas (impactos). A intensidade da força ou trauma aplicado ao osso determina o tipo da fratura. Ainda, existem aquelas que podem ocorrer sem qualquer trauma direto, como por exemplo as que ocorrem por desgaste (osteoporose/osteopenia) ou sobrecarga gerada por overtraining (fratura por estresse). As classificações das fraturas diafisárias da tíbia são divididas em vários graus. Os dados morfológicos mais importantes na classificação são:


localização anatômica;

padrão ou padrões dos traços da fratura;

associação com lesão da fíbula;

posição e número dos fragmentos;

descrição do dano às partes moles.

A classificação da American Academy of Orthopaedic Surgeons, assim como a proposta pela Orthopaedic Trauma Association, se baseia nas classificações propostas por Tscherne e Gustilo e Anderson. Utilizam sistemas alfanuméricos com localização anatômica (proximal, média e distal), configuração (simples, asa de borboleta e cominutiva) e a lesão das partes moles. Uma subclassificação descreve a presença e extensão da cominuição, a qual se relaciona com a absorção da energia do trauma como indicação de sua gravidade. Na aplicação destas classificações, fica evidente que as fraturas simples têm melhor prognóstico, enquanto as cominutivas com grande lesão de partes moles têm prognóstico pior.



TRATAMENTO

O tratamento imediato, no caso do atleta dominicano, é por via cirúrgica para a correção do desvio, geralmente a opção médica é a realização de uma síntese óssea que pode ser feita de diversas maneiras, como fixação com placa e parafuso, haste intramedular, entre outras.



REABILITAÇÃO

Após realizada a síntese óssea o atleta é encaminhado para a Fisioterapia e no período inicial o mesmo deve ficar sem realizar descarga de peso, esse tempo poderá variar de acordo com o tipo de fixação e orientação médica, o qual ocorre numa média de 4 a 6 semanas sem carga. Ainda nesta fase é extremamente importante o trabalho de ganho e/ou manutenção da ADM (amplitude de movimento) da articulação do joelho, tornozelo e das articulações do pé, que ficam comprometidas pelo procedimento cirúrgico e imobilidade. Outros aspectos também devem ser trabalhados, como força para os grupos musculares de todo o membro inferior, redução de dor e edema da perna operada, cuidados e orientações com as cicatrizes e possíveis áreas com alteração de sensibilidade.



DICA DO ESPECIALISTA

A hidroterapia é um recurso muito válido. Com ela podemos trabalhar a marcha do atleta, controlando a descarga de peso através do nível da água, além de ser um ótimo recurso para trabalho de mobilidade articular, redução de dor e edema e ganho de força muscular. Na fase intermediária e final os objetivos passam a ser ganho de força muscular, principalmente de força isotônica excêntrica para absorver as cargas exercidas durante a marcha e corrida, e evoluir para mudanças de direções, treino pliométrico com e sem mudança de direção. É importante salientar que deve-se sempre direcionar o treinamento segundo o gesto esportivo do atleta. Outra dica importante é evoluir o tratamento do paciente sempre com critério e realizar testes de retorno ao esporte antes de liberá-lo para a sua atividade física.



Ft. Igor Phillip



Lesão Muscular


O músculo esquelético é dividido em dois tipos de fibras, dependendo de sua atividade metabólica e sua função mecânica.



As fibras tipo 1, conhecidas como vermelhas, lentas, têm baixa velocidade de contração e grande força de contração. Elas funcionam aerobicamente e são resistentes à fadiga.

As fibras tipo 2, conhecidas como fibras rápidas ou brancas, são subdivididas em dois tipos, de acordo com seu nível de atividade metabólica. Ambos os tipos são fibras de contração rápida e têm elevadas força e velocidade de contração.

Acredita-se que a proporção de fibras tipo 1 e 2 nos indivíduos sejam definidas geneticamente, com pouca capacidade de interconversão de um tipo a outro. Já a interconversão entre os tipos 2, A e B, é muito mais comum, dependendo do tipo de treinamento atlético.

 
Prevenção de lesões musculares

As lesões musculares podem ser evitadas através de um bom condicionamento físico, aeróbico, trabalhando a força muscular adequadamente e mantendo um bom alongamento da musculatura esquelética.



Mecanismos de Lesão Muscular

As lesões musculares podem ocorrer por diversos mecanismos, seja por trauma direto, laceração ou isquemia. Após a lesão, inicia-se a regeneração muscular, com uma reação inflamatória, entre 6 e 24 horas após o trauma. O processo de cicatrização inicia-se cerca de três dias após a lesão, com estabilização em duas semanas. A restauração completa pode levar de 15 a 60 dias para se concretizar.

As principais causas de lesão são o treinamento físico inadequado, a retração muscular acentuada, desidratação, nutrição inadequada e a temperatura ambiente desfavorável.

As lesões musculares podem ser classificadas em quatro graus: grau 1 é uma lesão com ruptura de poucas fibras musculares, mantendo-se intacta a fáscia muscular; grau 2 é uma lesão de um moderado número de fibras, também com a fáscia muscular intacta; lesão grau 3 é a lesão de muitas fibras acompanhada de lesão parcial da fáscia; grau 4 é a lesão completa do músculo e da fáscia (ou seja, ruptura da junção músculo-tendínea.

O lesão muscular por estiramento pode ocorrer nas contrações concêntricas ou excêntricas, sendo muito mais comum nesta última, com a falha freqüentemente ocorrendo na junção miotendínea.

O diagnóstico é realizado pelo exame clínico, em que se percebe a nítida impotência funcional e pelos exames complementares que podem auxiliar também no tratamento e na prevenção de novas lesões.

Exames laboratoriais, como de Sódio, Potássio, Cálcio, Fosfato, Magnésio, VHS, podem ser úteis em determinadas situações, a critério do médico.

Na suspeita de uma doença da tireóide, em que podem ocorrer lesões musculares de repetição, pode se solicitar exames de marcadores desta glândula.

Na suspeita de lesões ósseas, como avulsões, os exames radiográficos podem ser úteis.

A Ultrassonografia, a Tomografia e a Ressonância Magnética também podem ser consideradas para auxiliar no diagnóstico e tratamento, tendo em vista que a correta localização anatômica da lesão é fundamental para o tratamento e previsão de retorno ao esporte.

lesão do atacante do Palmeiras Valdivia


Tratamento


A imobilização do músculo após a lesão, como em qualquer outro tecido, pode levar a atrofia e portanto deve ser evitada. A perda de massa muscular ocorre rapidamente e depois tende a estabilizar e a perda de força ocorre simultaneamente. A resistência à fadiga diminui rapidamente.

Já a mobilização precoce aumenta a resistência das fibras à tensão, melhora a orientação das fibras e mantém uma adequada vascularização do músculo, evitando a atrofia muscular.

Deve-se instituir de imediato a aplicação de gelo local, repouso relativo e medicações anti-inflamatórias. Após dois a três dias inicia-se então o tratamento fisioterápico, com ênfase na mobilidade e fortalecimento muscular e melhoria da resistência. A seguir trabalha-se a propriocepção e o condicionamento geral do atleta, inclusive aeróbico e o retorno gradativo às atividades, com liberação completa ao esporte quando o atleta se encontrar nas mesmas condições pré-lesão e sentir segurança para retornar.

Para o retorno do atleta à atividade, este deve possuir uma amplitude de movimento articular normal, estar completamente sem dor, edema ou derrame, com uma força muscular de no máximo 20% da normal e condicionamento cardio-respiratório normal.
 
 

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

A hipótese da Fadiga Central

O Sistema Nervoso Central é responsável por quase todas as ações que realizamos, por isso é importante entender seu funcionamento e suas reações.

Para podermos entender o processo em questão neste artigo, é importante se explicar o que são e o que fazem algumas substâncias que o compõem. Entre elas estão a serotonina e o triptofano.

A serotonina é uma amina biogênica, ou seja, um neurotransmissor responsável pela condução de correntes elétricas que são necessárias para a ação do Sistema Nervoso. Ela é obtida a partir do aminoácido essencial (não produzido pelo organismo) triptofano e está relacionada a alterações de comportamento e humor, assim como da ansiedade, depressão, sono, FADIGA, entre outros. O Triptofano, como dito anteriormente, é um aminoácido que realiza a síntese protéica onde adicionada a outros aminoácidos dá origem a diversas proteínas, mas além disso é responsável pela regulação de diversos processos fisiológicos.


No plasma, o triptofano pode circular 10% de forma livre, ou seja, não ligado a qualquer componente estando livre para adição a qualquer molécula, em contrapartida ele passeia em grande proporção (90%), adicionado a alguma proteína transportadora, no caso a albumina.

Dentro do Sistema Nervoso possuímos uma membrana que é chamada de barreria hematoencefálica, que permite ou não a entrada de substratos e moléculas. Para ultrapassá-la é necessário que uma proteína esteja ligada a outra substância para facilitar e realizar sua entrada. O triptofano livre (sem estar ligado a nenhum componente) compete com outros 5 aminoácidos (isoleucina, valina, leucina, tirosina e fenilalanina) para realizar a ligação com a albumina e consequentemente realizar a passagem pela membrana.

 TRP= Triptofano; ACR= Aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA); AGL= Ácidos graxos livres

Ao realizarmos atividades de curta duração e alta intensidade, assim como as atividades de longa duração, fazem com que o hormônio Glucagon passe a funcionar e retirar da corrente sanguínea a glicose, diminuindo assim níveis de glicemia e quantidade de susbtrato para a utilização dos músculos. Assim o organismo precisa encontrar alguma forma de captar energia de outras fontes, assim passa a se utilizar dos aminoácidos, os quebrando e tranformando em glicose através de um processo chamado de gliconêogenese.

Através deste processo, os aminoácidos que realizavam a competição com o triptofano livre diminui, e consequentemente ele se une mais facilmente a albumina (proteína transportadora) e por conseguinte passa pela membrana, produzindo maior quantidade de serotonina, responsável pela fadiga central. 


A partir da atuação da fadiga central o que se pode notar é que o indivíduo se extenua não pela questão muscular ( falta de Creatina-fosfato, acúmulo de íons que prejudicam a contração muscular), mas pela fadiga do Sistema Nervoso e percepção subjetiva (redução dos índices de glicose e alteração da concentração de aminoácidos).


Portanto através de todo este processo, muitos pesquisadores tem procurado identificar sua reprodutibilidade e como podemos diminuir o risco da realização de tal processo, pois desta forma poderíamos tirar do atleta ou pessoa condicionada o melhor de seu rendimento. 

http://www.dvdcardoso.blogspot.com/

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Jogador do Peixe sofre lesão em quadra

Na segunda partida após ter encerrado a aposentadoria e retornado às quadras, o ala Mistura, do Peixe Brasília, quebrou a perna direita no jogo contra o Corinthians, nesta segunda-feira, no Parque São Jorge, em São Paulo, pela segunda fase da Liga Futsal. O time paulista venceu por 3 a 2.


Mistura cai após lance com Lukaian (D), que pede socorro para o colega  (Foto: Luciano Bergamaschi/CBFS)

O ala sofreu a lesão ainda no primeiro tempo do jogo, num lance que resultou no gol de empate do Corinthians, marcado por Douglinhas. Após um choque, ele caiu em quadra com fortes dores na canela direita. Segundo a assessoria do time de Brasília, Mistura sofreu fratura de tíbia e fíbula. Ele foi atendido em quadra, teve o pé direito imobilizado e saiu de maca. De acordo com o clube, ele foi atendido no hospital Vila Lobos em São Paulo e, nesta terça-feira, será decidido quando será realizada a cirurgia.

JOGADOR SAIU DE QUADRA IMOBILIZADO

Após sofrer grave lesão, ala Mistura foi auxiliado até pelos corintianos


Mistura tinha voltado a jogar há poucas semanas, reforçando o Peixe na segunda fase da competição. Isso porque o ala estava aposentando, atuando como auxiliar-técnico da equipe. No entanto, com a contusão já no segundo jogo pela segunda fase, ele não deve mais atuar na Liga..


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Imagens Rafael Roel - Editor de videos do timão

domingo, 31 de julho de 2011

Técnica da Ventosaterapia

A Ventosaterapia é utilizada no Oriente há centenas de anos e sua aplicação além de favorecer a limpeza corporal, atuando nas trocas gasosas do impuro para o puro, elimina a toxidade que afeta o organismo, regula o PH sangüíneo e traz um efeito reflexo quando aplicada nos pontos ou meridianos de Acupuntura. O tratamento por ventosa consiste em trazer as células doentes do sangue, do interior do corpo para a superfície, por fortes absorções, recuperando as células doentes. Com o vácuo e a absorção na superfície do corpo, que abrem os vasos capilares e os poros, as toxinas são retiradas, ocorrem troca de gases, oxigenação do sangue, e a circulação sanguínea é ativada. É basicamente uma técnica de sucção através de uma campânula de vidro que produz um vácuo de determinadas regiões do corpo.



Tipos de ventosas


- ventosa seca: deixa manchas ou hematomas de coloração vermelha, marrom, roxa ou até preta no paciente. Elas permanecem no local por uma ou duas semanas e não causam dor. Assim faz-se o diagnóstico da qualidade do sangue do indivíduo;

- ventosa molhada: promove a leve retirada de sangue antes de sua aplicação com equipamento específico. Ela acompanha o tratamento com sangria porque é necessário cauterizar evitando-se o surgimento de uma infecção;

- ventosa deslizante: evita o hematoma e obtém os benefícios da técnica. É um recurso interessante para os fisioterapeutas e massoterapeutas, pois quando associada com a massagem, usando-se um meio lubrificante, demonstra ótimos resultados para redução da gordura localizada e principalmente das celulites. A massagem é usada trazendo um extraordinário benefício de relaxamento físico-mental, além de tratar doenças. Oferece bem-estar ao indivíduo, mantendo a flexibilidade dos músculos e eliminando os nódulos de tensões.


Indicações e benefícios


O tratamento 100% alivia problemas de reumatismo e nevralgias; aumenta o nível de cálcio do sangue; ativa secreção hormonal; acelera digestão; acalma nervosismo e auxilia contra o stress. Ainda é bem sucedido na eliminação de dores, tensões e contraturas musculares. Melhora o aspecto de cicatrizes cirúrgicas; fortalecimento dos vasos sangüíneos, tornando a corrente sangüínea mais eficiente, evitando-se os infartos e derrames.

A ventosa ajuda a controlar a pressão arterial e a arteriosclerose. Problemas respiratórios como nos casos de bronquite, enfisema ou asma também são tratados com essa terapia. Pode-se utilizar a ventosa ainda para curar febre, tosse, gripes e resfriados, alergias, furúnculos e intoxicações. Deve-se usar ventosa para combater comprometimentos da circulação, cansaço, formigamentos, dormências nos membros superiores e inferiores, dores de cabeça e ondas de calor. Facilita as trocas gasosas e regula o pH sanguíneo, mantendo-o numa faixa de acidez ligeira entre 7,2 a 7,5, aumentando a vida média dos glóbulos vermelhos e limpando os que se encontram degenerados. Trata intoxicação por substâncias químicas, remédios, gases e elimina todas as toxinas. A ventosa pode ser aplicada por cima da agulha, puncionada na pele, ao mesmo tempo, aumentando o valor terapêutico uma da outra. Na Estética, a Ventosaterapia é muito utilizada como na redução de celulite e gordura localizada, através de ativação da circulação sanguínea e linfática, reduzindo a retenção de líquidos no organismo feminino.



Contra-indicações

O tratamento é contra-indicado em poucos casos: dermatites, psoríase, micoses, cortes e ferimentos recentes, insuficiência cardíaca de hipertensão do fogo, quadros viróticos e osteoporose.


Efeito colateral

A ventosa é excelente para tratar doenças de origens crônicas, isso porque se uma pessoa possui o metabolismo relativamente baixo, por exemplo, ela pode ter como causa um fator sangüíneo de excesso de acidez ou alcalinidade, e esse tratamento contribui eficientemente para que ocorra uma mudança na qualidade do sangue do indivíduo. Trata-se de um processo normal se ocorrer dos problemas parecerem piores após o tratamento, devido uma mudança da patologia que se transforma da fase crônica para aguda. Por isso deve-se fazer uma orientação prévia para o paciente não se assustar com a situação apresentada, mas o local tratado melhora efetivamente, acabando com o desequilíbrio em questão e as condições de saúde do indivíduo ficam ótimas.



Precauções importantes

Há que se ter cuidado ao aplicar as ventosas em mulheres grávidas e pacientes cardíacos. Deve-se levar em consideração o quadro clínico. Mulheres que se encontrem no período mestrual podem fazer ventosa de maneira suave. Para que o tratamento de ventosa seja bem sucedido é necessário orientar o paciente para que ele, em parceria com o tratamento, controle a alimentação, beba bastante água, visando auxiliar na fabricação de sangue com qualidade. A ventosa associada com a acupuntura, moxabustão, alimentação natural, ou qualquer outra terapia favorece ainda mais o tratamento. Uma aplicação não deve ser realizada em tempo muito distante da outra para não se perder o efeito do tratamento. E não é necessário esperar desaparecer por completo a reação do primeiro tratamento. A quantidade normal para uma aplicação é tratar uma vez ao dia, mas isso depende da situação do paciente. O melhor horário para se aplicar ventosa é pela manhã, mas pode-se também aplicar pela tarde e à noite. Para pacientes sem restrições, caso o objetivo seja um tratamento que vise apenas a manutenção da saúde, deve-se então efetuar uma aplicação a cada 15 ou 30 dias.